dei o cu e me apaixonei

Olá, amantes do sexo gay de plantão!
Hoje eu vou contar a vocês sobre a minha primeira vez. Eu tinha 16 anos e não foi esse sexo hiper selvagem que eu narro nos meus outros contos. Eu só fui tomar gosto por sexo mais violento alguns anos mais tarde.
Dessa vez, aconteceu com um amigo meu da escola. O nome dele era Augusto e nós tínhamos a mesma idade. Éramos muito amigos, e todos nos sacaneavam porque nós não nos desgrudávamos. Puro preconceito das pessoas! Nós nunca tínhamos tido nada, mas tínhamos um carinho muito especial um pelo outro.
Outra coisa que as pessoas reparavam é que nós nunca chegávamos em nenhuma menina da escola.
Certo dia, tínhamos que fazer um trabalho em dupla da escola e combinamos uma reunião na casa dele depois da aula. Acabamos a aula e fomos para a casa dele. Chegando lá, percebo que a casa está vazia.
– Igor, meus pais estão fora hoje. Assim é até melhor, porque ficamos mais à vontade.
– Beleza, Augusto. Vamos para o seu quarto.
Mesmo que os pais dele estivessem em casa, nós poderíamos à vontade tranquilamente, porque era um apartamento enorme, com 5 suites, dois andares, 3 salas, etc.
No quarto dele, ele diz que vai ao banheiro botar alguma coisa mais fresca para ficar à vontade.
Fico sentado na cama com o livro aberto esperando por ele.
Ele sai do banheiro sem camisa e só com um shortinho.
– Pronto, Igor, vamos estudar?
– Vamos, Augusto.
De repente, percebo que ele vai ficando de pau duro e percebo um volume fora do comum para garotos da nossa idade.
– Augusto, você está ficando de pau duro?
– Ah, hehehe. Sei lá o que foi. Imagina se nossos colegas da escola nos vissem assim agora, rsrs. Iam nos sacanear muito.
– Pois é, iam encher o nosso saco. Mas você está bem fisicamente. Eu digo…até que você um pênis bem grande para a sua idade. Já transou com alguém?
– Eu tive uma namoradinha, mas não deu certo.
– Vocês não se gostavam?
– Não é isso. Sei lá, eu é que não curtia muito transar com ela.
– Ela não transava bem?
– Não é isso. É…Igor, eu posso te confessar uma coisa? Você não conta para ninguém?
– Claro, Augusto. Desembucha, rsrs.
– Eu não curto mulher. Não me dá tesão, desejo. Acho que eu sou gay.
– Sério??!
– Sim.
– Olha, Augusto, para te retribuir o carinho e a confiança, também te confesso que eu também não sou muito fã de mulher. Aliás, eu estou gostando de um menino da nossa escola.
– É mesmo?! Quem é?
Antes mesmo de ele terminar a pergunta, eu tasco um beijo na boca dele.
– É você, seu bobo. Nunca percebeu o carinho especial que eu tenho com você?
– Meu amor, eu nunca tinha percebido. Puxa, Igor, você sofre já há um tempo e nunca falou isso para mim?
– Agora não importa mais nada, Augusto. Eu só quero você!
Ele se aproxima bem perto de mim e me beija com muito desejo e ternura. Ficamos aproveitando nossos lábios molhados, nossas línguas se conhecendo, nossos corpos quentes se abraçando.
Depois de um longo beijo, o Augusto fala ofegante:
– Igor, quero fazer amor com você.
– Quer mesmo, meu lindo?
– Quero muito!
– Eu também quero, amor.
O Augusto se levanta e tira o short. Ele estava sem cueca e liberta um pau bastante grande e grosso. Nunca pensei que ele fosse bem dotado assim.
– Uau, Augusto. Você é precoce, hein? Que pintão! Rsrsrs .
– Hehehe. Chega perto, amor. Pode pegar.
Chego perto do pau dele e fico acariciando. Aproximo minha boca, vou dando uns beijinhos na cabeça. Aos poucos, vou me desinibindo e começo a chupar.
– Ai, que delicia, Igor. Queria filmar isso e mandar pra todos os nossos colegas! Somos gays mesmo, e daí?
– Hummm, eu só quero ser feliz, Augusto, ser feliz com você. Ai, chupar seu pênis é tão gostoso!
Eu fiquei alí naquele boquete um tempão. Como eu nunca tinha feito boquete antes, minha técnica era amadora e eu babava muito o pau dele, rsrs, mas ele adorou.
– Igor, amor, para de chupar só um pouco. Levanta que eu vou tirar tua roupa.
– Vamos fazer anal?
– Quero muito ter essa experiência com você, Igor.
Eu fui tirando minha roupa e o Augusto foi me ajudando, cheio de tesão.
Quando fico só de cueca, eu deito na cama de barriga pra baixo. O Augusto se aproxima devagar e beija minhas costas, meu pescoço, minha orelha, vai descendo com a boca até minha cueca. Com os dentes, ele vai abaixando a cueca até eu ficar com a bunda toda de fora.
– Igor, você tem uma bunda muito bonita.
– É só sua, amor.
Ele vai beijando minha bunda, mordendo um pouco as duas nádegas, acariciando com as mãos, até que ele abre as nádegas e coloca o nariz no meu cu. Aí ele começa a beijar meu cu bem carinhosamente, como se estivesse beijando minha boca. Vou sentindo a língua molhar meu cu, fico excitadíssimo. Ele acaba gostando e fica alí lambendo meu cuzinho com muito gosto.
– Igor, quero comer seu cu, amor.
– Eu quero muito que você coma, Augusto. To certo do que eu quero.
– Mas, mor, você tem lubrificante ou alguma coisa? Não quero te machucar.
– Puxa, Augusto, não tenho. Você tem manteiga aí?
– Ah, tenho sim. Já volto.
– E aí, achou?
– Achei esse tablete aqui. Deixa eu passar no meu pau primeiro. Pronto! Vou besuntar seu cu de manteiga.
– Isso, amor. Pode encher de manteiga. Vamos transar logo, to com muito desejo por você.
– Vamos. Fica de quatro, Igor.
Fico de quatro na cama dele, oferecendo bem meu cu.
Olho pra trás e vejo aquele piruzão se aproximar da minha bunda. Agora, eis um momento histórico e emocionante pra mim: o momento em que a cabeça do pau dele encostou no meu cu.
– Força um pouco, Augusto. Eu to cheio de manteiga, pode forçar.
– Ooohh, isso ta uma delicia. Só não quero te machucar, amor.
– Você é um doce do homem, nunca vai me machucar. Vem, me ama.
Ainda de quatro, olho pra frente, agarro um travesseiro, sinto meu cu dilatar e mordo a fronha. A cabeçona dele estava entrando no meu cu.
– Aaaiii!
– Ta doendo, Igor?
– Não, meu lindo, é só esse inicio. To gostando muito. Aaaii, to sentindo muito prazer. Entra mais fundo.
Ele foi forçando bem devagar até o pau entrar todo, até eu sentir as bolas dele encostarem na minha bunda. Quando ele finalmente penetra tudo, ele cola seu corpo no meu, puxa meu cabelo e traz meu tronco pra perto do dele. Ficamos ajoelhados na cama, com os tronco retos e eu levemente inclinado, oferecendo a bunda, nossos corpos suados se esfregam, ele toca meus mamilos, me beija apaixonadamente de língua. Estamos ofegantes de tesão! Ele força o pau dentro do meu cu, passa a mão na minha bunda e usa a outra mão pra punhetar meu pau.
O cheiro de tesão e de sexo no quarto era evidente. A manteiga permitiu que o pau dele deslizasse com facilidade no meu cu. Eu rebolava para massagear bem os testículos dele, aproximava a cabeça dele com uma das mãos e, com os olhos fechados, beijava os lábios dele, passava a língua no queixo, na boca, no nariz.
Gozo na mão dele e desmorono na cama. Ele cai comigo, ainda com o pau enfiado na minha bunda. Ele está por cima de mim, forçando bem a penetração, colado com o corpo no meu. Nós gememos muito gostoso, trocávamos saliva, ele lambia e mordia minha orelha.
– Aaaiii, ai, ai, ai, ai!! Me ama, Augusto!
– Oohh, oohhh, yeaaaahh!!! Putz, sexo gay é muito bom, Igor!! Vou gozar!
– Pode gozar, amor. Deixa seu leite entrar na minha bunda.
– To gozando! Aaaaaaaahhh, yeaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh!!! Gozei, putz!!!!!!
Eu estava com a cara amassada na cama, com o corpo dele em cima do meu, o pênis totalmente enterrado no meu cu e ejaculando litros de esperma contido. O Augusto não parava de ejacular. Era o prazer absurdo de transar com um homem pela primeira vez e de se assumir gay.
Depois que ele tira o pau da minha bunda, eu vejo o pênis inteiro dele melado de esperma e manteiga, ainda duro e bem vermelho da transa. Meu cu estava doendo, ficou um pouco inchado.
– Amor, to com dor no cu, mas amei fazer sexo com você.
– Oh, meu lindo, vou pegar gelo. Pode deixar que eu vou cuidar de você.
Ele passou gelo, uma pomada, beijou meu cu, ficou abraçadinho comigo de concha até que cochilamos um pouco.
Mais tarde, quando acordo, chega o Augusto com um lanche servido na cama e uma rosa do lado.
– Puxa, amor! Isso é tudo para mim?
– Só pra você, lindo! Responde me dando um beijo. Adorei essa tarde de amor com você e quero repetir outras vezes.
– Mas como vamos fazer, Augusto? Como nossos pais e colegas vão aceitar isso?
– Eu não me importo com nada. Só quero ficar com você.
Ele aproxima a rosa do meu rosto e pergunta:
– Igor, você quer namorar comigo? Eu sou gay e te amo!
– Ai, meu deus, Augusto! Eu também te amo! Quero ser feliz do teu lado. Vamos namorar sim. Que se dane o que os outros pensem.
Ficamos alí na cama abraçadinhos, nos beijando, nos curtindo.
Depois desse dia, fomos à escola de mãos dadas. Assumimos para todos nosso homossexualismo, fomos muito sacaneados, isolados do resto da escola, mas superamos isso tudo.
Com o passar dos meses, fomos pegando experiência e experimentando um sexo mais selvagem, mas depois eu conto pra vocês.
Beijo no pau de todos!

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