Conhecendo um Macho de Verdade… VI

Minha vida estava realmente uma tragédia tudo que estava ótimo, estava tranquilo virou um caos, um transtorno o Olavo tinha mentido pra mim, o Luiz é emocionalmente desequilibrado por sorte eu ainda tinha meu trabalho como refugio era o que me salvava daqueles dias de cão, mais por sorte meus amigos estavam sempre ali me apoiando, isso tudo ocorreu no mês de outubro, estava eu na minha casa, entra meus amigos, o Fabio já chega escandalizando falando que tinha uma surpresa que iria me fazer tremer, comecei a rir perguntando o que era se era um vibrador, porque nada mais me faria tremer. Ele então me diz que ele e o Ramon estavam me dando de presente um passaporte para o Caldas Country (Um evento sertanejo que acontece anualmente em Caldas Novas, cidade turística do estado) minha vontade foi de dar na cara daquele viado, eu detesto sertanejo e a moda que eles usam, e ele vem aqui na minha casa me chamando pra ir nessa porcaria de evento, ele ao ver minha cara de indignação começa:

– Amigo, sei que não curtimos musica sertaneja, mais estava em casa pensando, e decidi que devemos ir sim a esse evento rir dos heteros e descontrair, e mais é Caldas Novas, vamos ficar em um condomínio babadeiro, vai ser um feriadão incrível.

– Nossa, Fabio que raiva de você, eu só vou porque é um presente, caso contrario eu não iria mesmo, tudo que eu não estou querendo é ser submetido a algo que não gosto, mais como a companhia de você é tudo que to precisando eu topo.

Nessa hora o Fabio grita Amor eu te falei que ele toparia você me deve cinquentinha, depois de rir da aposta que tinham feito entre eles, ele olha pra mim e solta:

– Viado, vá se arrumar que vamos causar na pista.

Fui me arrumei me produzi todo, e saímos eu de passageiro porque meu anino para tirar o carro da garagem era mínimo, na verdade eu queria tomar um remédio para dormir no mínimo por uma semana pra poder esquecer do turbilhão que estava sendo os últimos dias, fomos a um bar muito agradável da cidade que eu particularmente não conhecia, nos acomodamos estava tocando Bossa Nova, pedi uma porção de picanha, estava querendo me acabar de comer, depois de quase duas horas naquele Pub super agradável me chega o garçom com um papel, quando abo o bilhete um numero de telefone, e um recado para eu olhar na mesa 2, e assim o fiz descrição nunca foi meu forte, olhei na mesa um rapaz muito simpático, sorrindo pra mim, e me fazendo sinal para ir ao banheiro, decidi não ir, ate mesmo porque, eu não tinha saído da minha casa pra fazer banheirão em um bar, nunca precisei me prestar a esse tipo de papel pelo contrario sempre fui contra esse tipo de coisa, acho que tem como conhecer pessoas agradáveis de forma normal, e ate porque se o cara quer me conhecer dentro de um banheiro deve ser outro Luiz da vida e de Psicopatas eu já to cheio.

Mandei uma mensagem pro rapaz dizendo que ir no banheiro para conhecer ele e possivelmente fazer outras coisas não rolaria, mandei a mensagem sem esperança alguma de que ele pudesse responder, mais mesmo assim ele respondeu: Não seja por isso eu vou ate sua mesa então, terminei de ler o que estava escrito quando levanto meus olhos lá esta ele sentando ao meu lado na mesa, um perfume magnifico, se sentou foi cordial com todos a mesa se apresentou conversamos um pouco ele muito agradável mais deixei claro que não tinha a intenção de ficar com ele se bem que deveria, pois ele estava com uma calça de alfaiataria que realçava as pernas dele e o volume deslumbrante na área pélvica, fiquei meio perdido na virilha dele em alguns momentos da conversa ele ate notou mais disfarçou muito bem, quando meu telefone toca é a Debora de novo, eu atendi,

– Oi, Juh é a Debora, você por acaso tem falado com o Olavo!?

– Não Debora, a alguns dias que não nos falamos (Mentira ele tinha me ligado no dia anterior, e como assim Juh!? Quem deu essa intimidade pra essa garota)

– Ai to preocupada com ele, ele sumiu, não deu mais noticias, estou ate pensando que ele está querendo terminar, ele está tão ausente, só me deixou uma carta dizendo que temos que conversar serio.

– Olha Debora, independente de ele querer terminar ou não, voce deve seguir com sua gravidez essa criança não tem culpa das cagadas do pai.

– Mais é logico que vou continuar com minha gravidez, nunca abortaria, meus pais estão adorando o fato de eu estar gravida, só não gostam muito do pai que escolhi pra essa criança, mais tudo bem então juh, qualquer coisa te ligo depois, beijo.

– Beijo, até mais!

Fiquei confuso mais uma vez, aquele filho da puta me disse que a menina abortaria se ele não assumisse esse filho, mais ao que tudo indica ela vem de uma família estruturada e me parece que não está ligando muito se ele quer terminar com ela, minha cabeça quase foi a mil, aonde ele poderia estar o que ele estaria planejando. E porque de tantas mentiras, mesmo magoado com o Olavo eu não conseguia odiá-lo pelo contrario ainda tinha um sentimento de amor, que me faziam ficar tenso, com a possibilidade de uma atitude impensada dele colocar tudo que nós tínhamos em risco.

Voltei para a mesa e o rapaz ainda estava lá, o Fabio meu amigo já estava adorando ele, estavam conversando, quando finalmente decidi entrosar novamente e perguntei o nome do rapaz, que me disse se chamar Marcelo, a voz dele é diferente de todas que eu já tinha ouvido, era uma voz de locutor de radio porem rouca, que dava até um certo tesão só de ouvi-la, conversamos por um tempão até que decidimos ir embora, quando chego ao meu carro, olho no celular tinha uma mensagem, como tinha colocado no silencioso nem me toquei era da irmã do Luiz, que iria fazer a festa de aniversario do filho dela, e exigia a minha presença…. Na hora varias coisas me vieram à cabeça, o Luiz fazendo um barraco na festa, me dando uma facada, ou na mais estranha das possibilidades se comportando bem, e deixando tudo acontecer naturalmente.

Chegando em casa já na porta meu telefone toca era o Marcelo o cara que tinha acabado de conhecer:

– Você já sentiu saudade de mim!?

– Sinceramente Junior, já eu queria muito ter te beijado, mais você ficava se esquivando de mim a noite toda

– De maneira nenhuma se quiser me beijar, venha aqui na minha casa que a gente da um jeito nisso.

Naquele momento eu tinha perdido todos os meus pudores, queria mais era pegar aquele cara mesmo pra conseguir esquecer a falta que o corpo do Olavo me fazia, não deu nem 15 minutos o Marcelo chega a minha porta, eu atendo ele me fala um oi, que me fez tremer as pernas, ele entra me dando um beijo, mais um beijo que nossa me fez arrepiar todo e aquela barba por fazer roçando no meu rosto, se eu gostava daquele cara!? Não mesmo, mais pra um sexo casual ele era um ótimo espécie, enfim o cara era um ogro no sexo, o que eu definitivamente estava precisando, ele me beijava e enfiava a mão na minha calça ficava apertando minha bunda e mordiscando meus lábios e orelhas e pressionando meu corpo contra a parede, doía mais eu não estava nem ai ele me deitou na cama e ficava chupando meu corpo, o que me deixaria todo roxo, mais que se dane. Quando ele tirou a calça aquela era a maior rola que já vi na vida, não era grossa como a do Olavo mais com certeza tinha mais de 20 centimetros, comecei a chupar o pau dele, e ele literalmente fudeu minha boca, engolia o máximo que eu conseguia, chupava as bolas, até que passei o dedo na bunda dele, e ele me deu um tapa no rosto dizendo

– Ai é área proibida, pode brincar só com o pau do titio.

Aquele tapa doeu tanto que em outros momentos da minha vida eu pararia a brincadeira ali e pediria pra ele ir embora, mais como naquela noite eu queria novas sensações, deixei rolar, depois de muito chupar, ele me mandou ficar em pé, eu fiquei ele se apoiou atrás de mim já com camisinha colocada e veio empurrando a rola, nossa parecia que não ia acabar mais, doeu, não tanto quanto doía com o Olavo mais era dolorido também, começou a me comer em pé mesmo, me puxava e enfiava tudo, quase tira a rola de dentro de mim e metia denovo, ele não estava preocupado com meu prazer apenas com o dele, mais deixei ele conduzir o sexo até mesmo porque eu queria que ele sentisse prazer o sexo não foi o melhor do mundo, mais aquela voz dele, quando ele gemia me mantinha de pau duro, ele roçando a barba na minha nunca, nossa…. que delicia, depois de me comer em pé, ele me mandou sentar no pau dele, obedeci de pronto, fiquei cavalgando naquela rola até ele me mandar levantar que iria gozar, levantei e ele gozou fartamente nas minhas costas e me deu um tapa na bunda que ecoou dentro do Apê fiquei até com medo dos meus vizinhos terem ouvido, por fim ele dormiu na minha casa.

As sete da manha ele levantou tomou banho, eu estava acordado mais fingi estar dormindo, ele saiu do banheiro se trocou no quarto mesmo, mais antes de sair ele me acordou, eu fingi despertar e ele:

– Muito obrigado, pela noite. Espero que queira me ver novamente, e me deu um beijo na testa.

Fiquei feliz com essa atitude dele, mais nem alimentei muitas esperança pois eu não queria ele, queria na verdade o Olavo, sai da minha casa passei em uma loja comprei um presente para o meu Afilhado, quando chego na porta do meu ateliê, a Caminhonete do Luiz parada na porta…

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