Coroa Gostoso – Seu Nuno

Olá, leitores.
Este conto que agora escrevo foi inspirado numa situação que se deu com um amigo.
Vou contá-lo me colocando no lugar dele, porque tudo aconteceu com o envolvimento de um coroa maravilhoso, e como todos vocês já sabem, eu adoro ser fodido por um macho maduro.
Espero que gostem, comentem e dêem nota.
Minha irmã estava a algum tempo brigada com seu marido e só se reconciliaram depois da interferência de seu Nuno, o pai do meu cunhado, que propositalmente, passou a freqüentar e fazer mais reuniões em sua casa.
Essas reuniões em família surtiram efeito e a harmonia, não apenas do casal, mas também com os outros familiares prevaleceu.
Esse fator permitiu, não só que eu conhecesse e ficasse amigo de seu Nuno, mas fez com que nos tornássemos íntimos.
Bem!
Tudo isso conspirou para que numa tarde de Domingo, seu Nuno me convidasse para participar de um churrasco que daria em sua casa, pelo aniversário de sua esposa.
Ao chegar lá fui recebido pelo coroa enxuto que com 64 anos dá de dez em qualquer garoto.
Adepto à prática de esportes e freqüentador assíduo de academias, vê-se que seu corpo está em plena forma!
Ele tem uma bunda linda, dura e empinada, tórax grandes e firmes, braços e coxas grossas e musculosas, de deixar qualquer garotão de pau duro e com o cuzinho pulsando.
Os cabelos e barbas grisalhos e bem aparados, assim como os pelos do peito, braços e pernas.
E eu, que não sou de ferro, fiquei alucinado e sonhando com aquele macho.
Tudo corria normal, até que durante o churrasco resolvi ir ao banheiro. Estava me aliviando com a bermuda abaixada até a altura do meio das coxas deixando a mostra minha bunda, quando alguém empurrou a porta, que por descuido deixei aberta.
Me virei para tentar segurar a porta ainda com o pau na mão, era o sogro da minha irmã.
Envergonhado pedi desculpas e levantei a bermuda, mas ele só me respondeu com um sorriso sacana.
Voltei à mesa e continuei a beber e comer normalmente, como se nada tivesse acontecido, achando que nunca passasse daquilo, mas passei a observá-lo e notei que eu, também, era alvo dos seus constantes olhares.
Diversas vezes nossos olhares se cruzaram e por fim percebi insinuações de sorrisos que retribuí disfarçadamente.
As insinuações através de sorrisos deram lugar a óbvios sinais como o de manipular as carnes e lingüiças na churrasqueira, como enquanto manuseava uma lingüiça crua sempre me olhando.
O dia transcorreu a cerveja não parou e nosso rodeio continuava e eu ficava cada vez mais excitado
As olhadas, as insinuações, tudo indicava que aquele coroa lindo queria minha bundinha.
Na hora de ir embora ele me perguntou se eu não queria uma carona.
Claro que eu queria, não só a carona, como também abaixar aquela bermuda e mamar sua vara até ele encher minha boca como sua porra, mas disfarcei e disse que não precisava, que seria muito incomodo.
Seu Nuno insistiu dizendo que fazia questão e feliz eu acabei aceitando.
No caminho fiz questão de elogiar seu corpo, de dizer que tinha umas coxas de dar inveja. Disse que dava pra ver que eras duras e fortes.
Neste momento já não havia mais sorrisos e o clima que pairou permitiu que ele apenas falasse sem me olhar: “Se você quiser pode pegar.”
Primeiro apalpei seu braço forte, depois apalpei a coxa grossa e musculosa por sobre o tecido da bermuda, depois enfiei a mão por baixo e acariciei até as proximidades do saco.
Segundos depois massageei e senti na mão a dureza e como é grande a lingüiça do coroa, enquanto ele dirigia e mordia o lábio inferior.
Ele percebeu que eu estava cheio de tesão, que eu queria sua pica urgentemente.
Logo que chegamos o convidei para entrar puxando-o pelo braço.
Quando entramos, só fechei a porta e o ataquei dando um intenso beijo em sua boca carnuda, tirando sua camiseta.
Tentei parar um instante para admirar aquele corpo gostoso, mas o coroa estava com pressa, me puxou até a sala e em um minuto arrancou toda minha roupa.
Ele sentou-se no sofá. Eu me agachei em sua frente, ajudei a tirar bermuda junto com a sunga revelando um falo lindo de glande macia e rosada apontando para o teto.
Sem nada falar, abocanhei o pau tentando mostrar que tinha experiência em chupar uma rola.
Eu lambia a cabeçorra, depois envolvia pouco a pouco, quase me torturando pra por toda rola na boca.
Quando abocanhava a delícia ele forçava minha cabeça para que entrasse mais. Mamei e mamei gostoso, ansioso com meu cuzinho latejando pedindo para sentar na geba.
Quando percebi que já estava doido de tesão, em ponto de gozar, eu parei e passei apenas a lamber a jibóia na sua extensão, só a chupar e lamber suas bolas e punhetar lentamente.
Seu Nuno não se agüentava mais e implorou para me foder.
Peguei um tudo de KY em cima da cômoda, espalhei na picona punhetando-a e ansioso para ser fodido lubrifiquei meu cuzinho de qualquer jeito.
Ele me pôs de costas acariciou minha bunda desde as costas até as coxas, riscou meu reguinho com a ponta do dedo.
Eu empinei a bunda na frente do coroa. Ele, com uma mão, segurou minha bunda a abrindo e sem que eu pedisse, me deu uma palmada, enquanto me penetrava com o dedo da outra mão, com cuidado, massageando desde minhas preguinhas até as paredes internas do meu cuzinho, abrindo minhas entranhas úmidas e escorregadias me levando ao delírio.
Com a visão total do meu cuzinho apertado, mas bem relaxado, querendo mais que os seus dedos, ele pediu eu sentasse.
– Senta meu gostoso! Deixa eu foder essa bundinha macia! Me faz gozar nesse cuzinho apertadinho!
Me segurou pelos quadris e eu me sentei devagar. Peguei o tronco de carne e alojei a glande lubrificada no meu pequeno orifício.
Seu Nuno deixou escapar um suspiro de prazer e eu soltei o peso do meu corpo de olhos fechados, mordendo os lábios para apreciar cada centímetro da invasão de tão desejada rola.
Senti a pressão da cabeçorra no fundo das minhas entranhas, mas só percebi que estava toda dentro quando meus glúteos encostaram na peluda pélvis de seu Nuno, quando senti a grisalha pentelhagem roçar a pele do meu cuzinho esticada pela rolona grossa e meu saco repousar sobre o saco do meu coroa ativo.
Fiz uma contração com o esfíncter e meu cuzinho piscou e mordeu o pau enterrado e o macho me apertou forçando o quadril contra minha bunda.
Eu gemia e orgulhoso rebolava na pica gostosa!
Ele me abraçou e começou a beijar minha nuca e minha orelha com a vara toda gostosamente fincada em mim.
Comecei a subir e descer no pau. Inicialmente subi e desci devagar, até sentar de novo nos pentelhos, dimensionando o tamanho da vara que me fazia fricções nas paredes internas do meu cuzinho.
Eu gemia e acelerava os movimentos e seu Nuno tentava me segurar pelas ancas enterrando mais a verga.
Numa subida afoita o pauzão se desencaixou e o ativo não se conteve: levantou-se e me empurrou contra a parede.
Eu empinei a bunda e a abri. Seu Nuno empurrou a rola toda de uma só vez e o pau entrou pelo caminho já percorrido.
Com a cara na parede, apoiando com as mãos e com o peito no concreto frio soltei um “aaahh” de satisfação que o delírio de sensações da rola nas minhas entranhas me proporcionava.
Seu Nuno socou forte, umas duas ou três vezes mais e eu senti seu pau pulsar e latejando, sob os grunhidos entre dentes do macho. E ele preencheu minha grutinha com jatos quentes de translúcido sêmen.
O macho gostoso permaneceu me abraçando com o cacete amolecendo no meu reto, enquanto eu também gozava abundantemente me masturbando com a bunda colada a sua virilha.

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