Tive sexo pela primeira vez na escola

A minha primeira experiencia sexual

Quando fui para aquela escola pela primeira vez fui mesmo de olhos tapados em relação a atividades sexuais. Em casa nunca se tinha falado no assunto e na outra escola até ao 4.º ano também não, nem os professores nem entre colegas, eram todos como eu os chamados filhos da mamã.

Sabia como é óbvio que meu pai e minha mãe tinham relações sexuais e como o faziam. Estre colegas ouvi várias vezes que haviam homossexuais mas nunca liguei ao caso só uma vez é que o André me disse que gostava muito de mim e queria ser meu amigo para além da escola, mas eu nunca liguei ao assunto.

Naquela escola já não havia os filhos da mamã, mas de todas as origens sociais. A mistura era total, até ciganos e de outras origens e negros. Foi um pouco difícil adaptar-me ao meio. As roupas, nada tinham a ver com as usadas no colégio particular onde tinha andado até então, até havia tipos em calções e outros com as calças descaídas deixando ver as cuecas. As raparigas andavam misturadas com os rapazes e por vezes aos beijinhos na boca. No meio daquela malta toda haviam grupos só de rapazes e em um desses grupos havia um que se destacava mais pela maneira afeminada com que se comportava, naquele grupo não havia raparigas mas também ninguém ligava ao assunto, somente eu achei um pouco estranho e um dia fiz a observação a um colega que me respondeu. – Aquilo é malta que goza a vida de outra maneira, é mais um club onde passam o tempo a ver filmes e revistas de gays mas nós não temos nada com isso se quiseres junta-te a eles o problema é teu.

Perante aquela resposta, fiquei na mesma. Achei que entre eles havia muita amizade. No ginásio andavam sempre juntos, comiam juntos no refeitório, no receio andavam também juntos e só não andavam nas mesmas aulas, mas eram todos muito bem-feitos e bonitos para rapazes.

Embora talvez porque eu ser muito giro e rico, as raparigas andavam sempre à volta de mim como moscas mas eu lá ia olhando para eles com uma certa inveja pois via-se que eram mesmo amigos contrariamente a outros grupos. No ginásio davam nas vistas pelas suas compleições físicas e acrobacias que faziam. Eram os melhores da aula até na natação eram os melhores.

Um dia, tínhamos acabado a aula de ginástica e tive vontade de ir à casa de banho. Ia em tronco nu e estava a fazer uma mija, quando entraram dois dos tais colegas e em vês de se dirigirem para o mictório, agarraram-se um ao outro e se beijaram ardentemente.

Eu olhei pasmado! Eles continuaram como ninguém ali estivesse. Eu já tinha mijado e quando comecei a sacudir a pila, esta começou a endireitar-se. Fiquei aflito, pois tal nunca me tinha acontecido.

Eles olharam para mim e riram-se. Um deles perguntou-me:

– Queres vir para aqui?

Fiquei aflito. Perante tal situação a minha pila estava cada vez mais hirta e rija. Talves por curiosidade a pouco e pouco fui-me aproximando deles. Quando estava juntinho um deles pegou-me na pila e o outro puxou-me para o meio deles ficando co o meu rabo encostado à pila de um e a minha encostada ao rabo do outro. O que estava atras de mim baixou-me os calções e a sua pila fina mas hirta começou esfregando meu rego ao mesmo tempo que me beijava o pescoço e apontava a minha para o buraco do cu do outro que baixando-se um pouco fez pressão e a minha pila foi penetrando nu cu dele.

Nunca jamais tinha sentido tanto prazer, sem dar por isso as minhas mãos foram direitas ao caralho dele e senti como se fosse um prolongamento do meu. O Jorge, era assim o seu nome começou a movimentar-se e na altura em que eu estava a explodir de gozo senti em minhas mãos algo viscoso ao mesmo tempo que o João me penetrava e senti também dentro de mim um liquido como se fosse um clister enquanto também sentis essa explosão sair pela minha pila, que já era um caralho grosso. Estávamo-nos os três a vir ao mesmo tempo.

Ficámos assim ainda durante um tempo até que nossos paus voltaram ao normal e nos beijamos como nunca me tinha acontecido.

Tinha sido a minha primeira experiência sexual nem nunca tinha visto como se fazia, só uma vez em casa e por acaso por entre a porta do quarto dos meus pais, tinha visto qualquer coisa parecida em que minha mãe chupava no caralho do meu pai, assim com aquela ideia na cabeça deu-me vontade de chupar num deles então baixei-me e sofregamente comecei a chupar ora num ora noutro dos caralhos do Jorge e do João. Embora nos tivesse-mos vindo à pouco tempo, senti toda aquelas esporras em minha boca ao mesmo tempo que eu punhetando-me também me vinha.

– Andavas com falta de gozo puto! – Perguntou o Jorge.

– É a primeira vez.

– Para primeira vez, vais muito bem – retorquido o João.

– É pá não sei o que me deu mas peço que isto fique aqui em segredo entre nós.

– Está descansado que nós também não queremos que os outros saibam.

Então o Jorge perguntou: – onde moras?

– Na rua da Encosta

– Olha, nós moramos mais ao fundo dessa rua, no Largo do Campo da Bola.

– É pertinho e os meus pais normalmente só chegam a casa por volta das nove da noite.

– Epá isso é porreiro. Nos dias que não tivermos aulas da parte da tarde podemos ir para tua casa.

– Sim! Podem ir.

Tivemos mais uma conversa da treta e ficou combinado encontrarmo-nos numa quarta-feira em minha casa.

E assim passou a ser. Todas as quartas-feiras era dia de sexo. Tornamo-nos grandes amigos. Às vezes até iam lá a casa aos fins-de-semana. Fechávamo-nos no quarto e perante os meus pais dávamos a desculpa que íamos estudar. Nunca desconfiaram de qualquer coisa.

É preciso saber viver, e nos sabíamos bem o que fazíamos pois somos pessoas responsáveis.

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