Presente no cinema

Não é segredo para ninguém que adoro cinema. E cuecas também. E quando posso juntar os dois, então, é o máximo do prazer. Foi o que aconteceu outro dia, quando fiz 39 anos. Tenho 1,66, 58k, sou claro, cabelos e olhos negros.

Sou um pouco peludo e na maioria das vezes, estou com o saco raspado, o que aumenta o meu prazer e o de quem está comigo, pois passar a língua em um saco lisinho, pelo menos para mim, é muito bom. Mas, vamos à história.

Era uma segunda-feira e como estava de folga, tirei a tarde para ir a um bom cinemão curtir um pouco o clima de putaria e sacanagem que me dá o maior tesão. O cinema, claro, era decadente, daqueles com cheiro de mofo, com muitos velhos, operários e boys, mas também com muitos executivos e outros tipos bem interessantes.

Todos com cara de quem querem a mesma coisa: muito prazer com um outro cara. A princípio pensei que não ia rolar nada naquele dia, pois não vira ninguém que realmente despertasse meu interesse.

Já estava indo embora quando percebo um movimento estranho no meio da platéia. Era um bando de “meninas” que estava babando por um cara que batia uma punheta sem se dar conta da “audiência” que tinha à sua volta. Cheguei mais perto para ver o tal cara e tive que concordar: o homem era realmente um tesão.

Devia ter uns 35 anos, malhado, bronzeado, olhos azuis e tinha o cabelo raspado a máquina, o que lhe dava um ar agressivo e muito sensual. Passei por ele mas a “concorrência” estava mesmo muito grande e fui para o banheiro bater uma em homenagem àquele monumento. Fiquei num dos mijadores com pau para fora, alisando ele com calma e deixando mais duro ainda do que já estava.

De repente, entra no banheiro o tal cara e se posta, para minha sorte, ao meu lado. Ao contrário de mim, o cara tava a fim mesmo era de dar uma mijada e – mal sabia ele – foi o que me incentivou a tomar a dianteira da situação pois ver um macho gostoso como aquele mijando do meu lado me tira do sério.

– Movimentado aqui hoje, né cara? – perguntei, chamando a sua atenção.
– Pô, demais, e os caras ficam enchendo o meu saco! – respondeu, dando uma olhada discreta para o meu pau.

O que ele viu parece ter despertado o seu desejo, pois passou a olhar com mais vontade para os meus 17cm e percebi que seu pau também começou a dar sinal de vida. Balançando a minha vara, perguntei:

– Vem sempre aqui? Como é o seu nome?
– Meu nome é Clóvis e o seu?
– Renato.
– E curte o quê, rapaz?
Com cara mais safada, respondi olhando nos seus olhos:
– Beijar uma boca gostosa como a tua, cara!
Ele entendeu logo a mensagem e dando uma olhada para ver se não tinha mais ninguém por perto, chegou mais perto de mim.
– Tá esperando o que então, cara?

Na verdade, estava esperando apenas que ele desse o sinal verde, pois vontade não me faltava. Foi demais dar um beijo bem molhado na boca daquele cara gostoso no meio do banheiro. Os dois com os paus pra fora, se beijando às escondidas, no maior tesão. Ouvimos barulho de alguém chegando e nos afastamos, mas na verdade era alguém que estava saindo de um dos boxes e aproveitamos para entrar ali e ficar mais à vontade. Nem bem fechamos a porta e começamos a nos beijar.

De cara, ficou definido que não teríamos sexo convencional: nos entregamos um ao outro com força, volúpia e muito tesão. Os nossos beijos eram molhados, profundos, que tiravam o nosso fôlego enquanto chupávamos línguas e lábios cada vez mais molhados. Minhas mãos percorriam o corpo de Clóvis procurando sentir toda a extensão e a força de sua musculatura bem definida. Seus braços fortes me envolviam, empurrando-me contra a parede, enquanto lambíamos orelhas, pescoços, bocas, dedos…

Rapidamente tiramos as nossas camisas e ver a barriga lisa e altamente definida daquele macho me levou à loucura. Nossos paus já estavam duros há tempos e logo abrimos as calças, deixando que, mesmo escondidos pelas cuecas, os dois pudessem ser esfregados um contra o outro num ritmo louco. Abaixamos as calças e ficamos de cuecas naquele cubículo, ouvindo vozes lá de fora. Provavelmente, alguns rapazes deviam estar imaginando o que estávamos fazendo ali dentro, pois não procurávamos esconder nossos barulhos de prazer, estalar de línguas e muitos gemidos.

Enquanto Clóvis brincava com o meu pau levantei um de seus braços e lambi seu sovaco com vontade. Uma mistura de suor e perfume masculino botou mais fogo ainda em mim. Ele pareceu gostar das lambidas e puxou meu rosto contra o seu, praticamente estuprando minha boca com um beijo molhado e selvagem.

– Que delícia, cara…

Quando me satisfiz com a boca de Clóvis, deslizei minha língua pelo seu pescoço, lambi e mordi seus mamilos excitados, enquanto minhas mãos apertavam sua bunda durinha à procura de seu buraquinho suado. Ele se contorcia de tesão e eu continuei passeando a língua por seu corpo até sua virilha. Abocanhei o seu caralho sentindo o cheiro forte de seu sexo e arranquei com os dentes a cueca cinza de lycra que ele usava.

Seu pau, duro como estava, saltou para fora. Não tive como desviar o olhar daquela ferramenta maravilhosa: um pau rosado, cons uns 18cm, reto e bem proporcional, nem grosso demais nem de menos, na medida do prazer de qualquer homem. Mas, eu queria mesmo era lamber o seu saco grande e gostoso, pois é o que eu adoro. Clóvis esfregava e batia sua vara melada na minha cara e eu sugava suas bolas com vontade: ora uma, ora outra, deixando o seu saco peludo cada vez mais molhado e aquele homem com mais tesão ainda. Com tanta energia, ele pegou minha cabeça com as duas mãos, me levantou e meu deu outro beijo ainda mais safado.

– Cara, você é gostoso demais! Eu quero comer este teu cuzão. – falou Clóvis enquanto buscava meu buraquinho com seu dedo grosso e áspero.
– Nem vem, cara, que eu não gosto! – retruquei de cara, embora sentir o dedo daquele homem na portinha do meu rabo estava me fazendo delirar. Não disse nada na hora, mas adoro levar uma dedada de um cara gostoso. E como ele sabia fazer aquilo…
– Eu tô doido aqui por sua causa, Renato. Vai, libera para mim…

Enquanto Clóvis falava, ia me abraçando mais e mais, lambendo o meu pescoço e minhas orelhas. E eu, claro, fui ficando maluco com aquilo.
– Rapaz, mas isto dói… Eu não curto.
– Dói nada. Vou fazer com jeitinho e você vai delirar. Te prometo.
– Mas se doer você pára, ok? – perguntei, já me sentindo envolvido por aquela conversa e pelos seus beijos.
– Fica tranqüilo, moço. Sei o que fazer. Você tem camisinha aí?
Peguei na minha calça um preservativo, encapei o seu caralho duraço e ainda dei uma boa chupada nele.
– Encosta aí na parede, Renato. Você tem uma bundinha muito gostosa.
– E você sabe enrolar um cara, heim seu safado…

Clóvis me deu um beijo e abriu um sorriso bem sacana. Deu uma cuspida na mão e passou no meu cú. Ver aquele macho se preparando para me penetrar me excitou mais ainda e fui ficando relaxado com a situação.

– Vou pôr só a cabecinha, tá bom, Renato? – disse enquanto forçava seu pau e, me abraçando, punhetava meu pinto. Ele realmente sabia o que estava fazendo e o seu pau foi deslizando gostoso pra dentro do meu cú. Não sentia dor alguma com aquele cara às minhas costas, roçando a barba por fazer na minha nuca.
– Vai cara, mete bonito, então. Agora quero você inteiro dentro de mim, porra…

Cada vez mais excitados, iniciamos um movimento de quadris ritmado. Clóvis mostrava que era homem de verdade, mas ao mesmo tempo era carinhoso e sabia me envolver cada vez mais, gemendo ao meu ouvido, me punhetando e me abraçando com carinho. Eu nunca havia me sentido em total liberdade com um estranho em um cinema e me entregava por completo. O ritmo alucinado de seu membro dentro de mim dava sinais de que ele estava para gozar. Peguei em sua mão que segurava minha pica e acelerei a bronha também.

– Vamos lá, cara, quero gozar juntinho contigo. Agora!…
– Então vamos, gostoso. Que delíciaaaa…

Ele enfiou seu pau mais fundo em mim na hora de gozar e urramos juntos com tanto prazer. Suados, cansados, mas extremamente satisfeitos, nos beijamos mais uma vez, sentindo as línguas do outro em nossas bocas.

– Cara, a gente é maluco – disse Clóvis dando um sorriso safado.
– Que nada, rapaz, a gente é muito é safado mesmo. Hehehehe
– Pô, foi bom demais, mas que pena que você tem que viajar agora. Fica com meu fone e na próxima vai ser numa cama. Aí então, vai rolar de tudo, cara…

Entendida a mensagem peguei seu fone, mas antes de ir embora fiz um pedido:

– Posso te pedir uma coisa, Clóvis?
– Que foi?
– Me dá sua cueca?
– A cueca? Para quê?
– Eu adoro cueca e quero guardar a sua como lembrança. Pode ser?
Me olhando com a cara mais gostosa, ele falou:
– E por que não?

Aquele homem gostoso tirou então a cueca, deu uma limpada no pau e me entregou. Antes de guardar, dei uma boa cheirada e botei-a no bolso como um presente. Um presente que, volta e meia, me traz boas lembranças quando bato uma punheta esperando a hora em que nos encontraremos novamente.

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